5 dicas de iluminação para piscinas

| | 31 de março de 2014


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Para muita gente, ter uma piscina em casa é mais do que um motivo para o lazer: é um verdadeiro sonho de consumo. Desfrutar de águas calmas e tirar o estresse do dia no aconchego do lar não tem preço! Como a vida moderna é baseada na correria, o tempo livre é escasso e, geralmente, o dia voa sem que a gente possa aproveitar como planejado. Por isso, nadar à noite pode ser uma opção convidativa para relaxar em casa. Uma piscina toda iluminada, além de ser extremamente decorativa, é muito mais segura. A iluminação pode ainda criar um espaço mais zen e valorizar muito mais a tão planejada piscina.

Ainda bem que a tecnologia trouxe novidades também nesta área –  a fibra ótica modernizou a iluminação de piscinas e trouxe mais segurança à instalação. Hoje, há a possibilidade de criar lindos efeitos como a troca de cor da água, tudo isso com um consumo de energia bem reduzido, já que um único projetor pode alimentar vários cabos de fibra ótica.

Atualmente, há as opções de iluminação por fibra ótica, LED, dicroica e bi-iodo. Apesar da iluminação por LED ter uma enorme saída, é mesmo a fibra ótica que rouba a cena ao possibilitar a troca da cor da água de piscinas construídas em vinil, fibra ou alvenaria. Este tipo de material não conduz eletricidade e nem calor (o que aumenta a segurança), e pode ser encontrado em duas formas de instalação. A primeira é conhecida como sidelight, um feixe de fibras óticas nas laterais que tem como objetivo realçar o perímetro da piscina. Geralmente colocado nas bordas, o sidelight é ideal para fins decorativos. A outra opção em fibra ótica é chamada de spots. Estes dispositivos são terminações fixadas nas paredes laterais para iluminar e também colorir a água, o que proporciona maior destaque da piscina.

Diante de tantas possibilidades, cabe a você decidir qual é a melhor escolha: cada cliente tem suas preferências e necessidades específicas. Para garantir que tudo saia nos conformes, o importante é observar algumas dicas. Confira a seguir!

Planeje o local de instalação

É fundamental observar as áreas em que as pessoas mais costumam ficar de frente na piscina. Assim, a dica é instalar a iluminação justamente no lado oposto, evitando a criação de áreas de sombra. Deste modo, os usuários também não ficam ofuscadas pelos pontos de luz e aproveitam melhor o efeito criado pela luminosidade.

Escolha pontos-chave

Escadas, prainhas e bares molhados, ou seja, ambientes “mais frequentados” na piscina, são os pontos mais recomendados para criar efeitos contrastantes e serem valorizados pela iluminação. Além disso, as quinas e os degraus (se houver) são outros locais interessantes para se criar efeitos de contraste com a luz, que ajuda ainda na segurança quando a piscina for frequentada à noite.

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Dê preferência às marcas reconhecidas no mercado

Bons produtos não significam necessariamente maior preço! Prefira as marcas reconhecidas no mercado, mas faça uma boa pesquisa de valores antes de adquirir seu sistema de iluminação. Não deixe de verificar também a durabilidade: a ideia é chegar ao melhor custo-benefício.

Piscina de azulejo? Escolha tons claros para este revestimento

Caso sua piscina seja de azulejos, opte por cores claras para que este revestimento não absorva a luz. A iluminação em azulejos em azul escuro ou preto, por exemplo, tende a não funcionar da forma esperada.

Invista em manutenção periódica

Para garantir a eficiência da iluminação e aumentar a vida útil do sistema, não se esqueça de programar uma manutenção regular para a sua piscina.

E você, já fez a escolha do seu sistema de iluminação e dos melhores pontos para instalar a luz? Aproveite tudo o que este efeito tem a oferecer na sua piscina e tenha bons momentos de relaxamento e diversão!

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