Acessibilidade dentro de casa

| Deixe um comentário | 28 de agosto de 2018


A acessibilidade da casa de idosos e de pessoas com deficiência precisa unir conforto, beleza e independência, focando sempre na prevenção de acidentes e tomando um cuidado maior com os pequenos detalhes.

Os ambientes como um todo devem ser sempre bem iluminados, seja pela luz natural ou pela luz artificial. É recomendado utilizar luminárias e arandelas em toda a extensão de caminhos, principalmente naqueles percursos que são feitos com frequência durante a noite.

 

 

Lugares de passagem não podem possuir obstáculos e, se possível, sempre ter pisos antiderrapantes. Fuja ao máximo de tapetes e carpetes e, caso eles sejam imprescindíveis no lugar, precisam estar fixos no chão.

As paredes devem ter cores que contrastam com o piso, pois essa tática facilita a delimitação de espaço. Caso o ambiente tenha papel de parede, evite estampas florais e geométricas que possam confundir a noção de profundidade e causar esbarrões e batidas mais sérias.

 

 

Outro ponto importante é que cadeirantes e idosos que usam andador necessitam sempre de mais espaço para se movimentar. O ideal é que eles consigam ter uma rotação de 1,20 m de diâmetro ao virar para qualquer lado, além de portas mais largas, para passar com maior facilidade.

 

 

O banheiro é o ambiente que exige mais atenção por estar sempre úmido e, por isso, ser o local em que o risco de tombos e escorregões é bem maior. Ele deve ter portas de correr de vidro blindado e um banco, para que o deficiente ou idoso tome banho sentado, além de barras de apoio em todo o lugar e um botão de emergência caso ocorra algum acidente.

Aliás, as barras de apoio e corrimões devem estar presentes não só no banheiro, mas também nos corredores, ao lado de escadas e degraus.

 

Com essas dicas, idosos e pessoas com deficiência podem ter maior qualidade de vida e bem-estar, mesmo com suas limitações. Ter condições de se movimentar e independência dentro da própria casa é extremamente importante para elevar a autoestima e a confiança de pessoas com mobilidade reduzida.